Trazer o corpo inteiro
Nunca pelo print: o print é o recorte da dor. Exporte a conversa completa (WhatsApp → contato → Exportar conversa → Sem mídia) e traga o arquivo aqui.
Ou cole o texto exportado:
Tudo é lido aqui, dentro do aparelho. Nada é enviado, nada fica salvo ao fechar.
As conversas viajam cifradas e são decifradas pelo PIN, aqui no aparelho. Toque para carregar.
Resumo
Os dois lados
Volume por mês
O que não está no material
Os números saem daqui. A leitura completa — desencontro, confere/não confere, padrão e a tua parte — sai da skill TIRÉSIAS no Claude, com este mesmo export.
Picos — os dias mais quentes
Os episódios que merecem leitura linha a linha. Toque para abrir o dia.
Rajadas
Sequências de 5+ mensagens seguidas do mesmo lado, sem resposta no meio. Escalada por repetição deixa registro pior que insulto.
Latência de resposta
Mediana: metade das respostas veio antes desse tempo. Trocas com mais de 12 h não entram na conta.
Silêncios
Intervalos de 3+ dias sem nenhuma mensagem — e quem quebrou cada um.
Buscar no registro
Palavras de dois sentidos sustentam brigas de meses: imprevisto, combinado, avisar, sempre, nunca. Veja como cada lado usa a mesma palavra.
Um dia inteiro
O método T·I·R·É·S·I·A·S
Padrões que se repetem
Nomeie o comportamento, não a pessoa. Um episódio é ruído; o padrão, com três ocorrências datadas, é o diagnóstico.
O que Tirésias nunca faz
- Não diagnostica ninguém — nem "narcisista", nem "gaslighting". Descreve o comportamento observável, com data e hora.
- Não inventa mensagem. O que não está no export se chama pelo nome: não está no export.
- Não entrega leitura em que só o outro lado erra. Se a conclusão foi essa, a leitura está incompleta.
- Não trata quem está na conversa como adversário. Se houver criança, ela vem antes de qualquer razão dos adultos.
- Não produz peça para constranger ou expor terceiro. A leitura serve para decidir melhor, não para detonar alguém.
- Não é laudo, parecer jurídico nem avaliação psicológica.
Armadilhas de leitura
- Viés do recorte. O print é a dor, não a conversa. Volte sempre ao export completo.
- Viés do último episódio. O que acabou de acontecer parece o mais grave. Cheque o histórico antes de dizer "sempre".
- Confundir tom com razão. Quem escreve calmo não está mais certo; quem escreve com raiva não está mais errado.
- Confundir silêncio com concordância. "Não respondeu" não é "aceitou".
- Ler intenção em ortografia. Maiúscula e ponto final não provam intenção.
- Export truncado. A mensagem mais quente costuma ser posterior ao export. Confira a data final.
- Mensagem editada ou apagada. Sinalize; não especule o conteúdo.
Se o material mostrar risco real — ameaça, violência, criança em perigo — a análise para e o risco vem primeiro. Interpretação de conversa não é resposta para risco.